Um Memorial ao Bruno Carvalho

Um Memorial ao Bruno Carvalho

Decorreu neste Sábado, dia 22 de Novembro de 2008, o II Memorial ao Bruno Carvalho, organizado pela Associação Desnível e constituído por uma corrida de aventura e um almoço convívio. O ano passado a prova foi diferente, com um percurso de kayak e menos bicicleta, e algumas pessoas perdidas. Este ano a organização correu muito melhor.

A prova

Às 9h da manhã encontraram-se na Guia as equipas participantes, num total de 9 pessoas e 5 equipas, todas inscritas na vertente de competição, embora algumas delas tenham acabado na vertente “passeio”.

A corrida, preparada pela antiga equipa de desportos de aventura do Bruno, começou com escalada. Antes do início da prova, o José Tavares, participante e amigo do Bruno, dedicou-lhe algumas palavras e fez-se um minuto de silêncio em sua memória.

Depois da escalada, as duas primeiras equipas partiram de bicicleta em direcção ao segundo ponto de prova – o Cabo da Roca. O dia foi solarengo, mas o vento contra dificultou um pouco o percurso.

Depois de cerca de 14km de subida, deixavam-se as bicicletas no ventoso Cabo da Roca, descia-se até à Praia da Ursa e regressava-se, para pegar de novo na bicicleta e terminar a prova na Peninha. Do Cabo da Roca à Peninha o percurso era optativo, podendo escolher-se alguma das possibilidades, desde que se lá chegasse.

Foi esta última etapa que separou o trigo do joio e mostrou quem eram os verdadeiros corredores de aventura.

No regresso à Guia comentou-se a prova, surgiram ideias para outras competições, reformulações do Memorial e acima de tudo sobreveio o espírito de equipa que culminou com a chegada conjunta de todos os participantes.

O convívio

Na Guia, onde se encontravam mais amigos para o convívio, foi trazido o farnel, que terminou rapidamente no meio de muita cavaqueira e crianças – jovens esperanças das corridas de aventura das próximas décadas.

No final do evento, marcado pela alegria, desporto, amizade, espírito de equipa, boa disposição e contacto com a Natureza, só há mesmo a lamentar a ausência do Bruno, um sinónimo de tudo isto.

por Marta Brites Rosa

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